Caixinha de Segredos

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27-03

Posted on: março 28, 2010

Só pra constar: Saí hoje com o Sr. X (lembram? – o primeiro da lista e o mais difícil de alcançar? Então).

Você pode jantar com qualquer pessoa, dar uma volta por aí com qualquer pessoa, pode ir à Starbucks com qualquer pessoa e escolher roupas pra qualquer pessoa. Mas é muito melhor quando a “qualquer pessoa” é seu amor platônico.

Forever and ever, let’s make this last forever!

Tenho três dois:

– Sr. X: bonito, engraçado e inteligente

– Sr. Y: bonito e, provavelmente, inteligente

– Sr. Z: provavelmente bonito e engraçado

Sr. X está ganhando, e, para minha felicidade, é o mais difícil de alcançar… Me contento em mandar um beijinho pro prédio dele, que dá pra ver da janela do meu quarto, antes de dormir.

Platonismo é uma merda.

With her feet on the ground and her head in the clouds.

Primeiro ano A – Comunicação Social – Matutino – Publicidade e Propaganda

Foto do #MiltonDay, que aconteceu no dia 11/02/2010, em homenagem ao aluno de Rádio e TV: Milton (o, aparentemente, boliviano logo à frente, do lado direito, com a camisa da Lusa na cor verde), que só usa camisas de time todavida.

Apesar de estar na minha “bio” que eu sou publicitária, confesso que sou apenas uma universitária.

Larguei a faculdade de Artes Cênicas e resolvi arriscar em Publicidade.

Primeira impressões:

É bem legal, mas o primeiro ano será um porre!

Tudo bem, eu sobrevivo.

Apesar de as turmas de Publicidade, Jornalismo e Rádio e TV serem divididas, assistimos quase todas as aulas juntos – só nos separamos nas aulas de “Introdução a PP/JO/RT” .

O pessoal é bem legal mesmo, salvam minhas manhãs!

You’re chatting to me, like we connect
But I don’t even know if we’re still friends
It’s so confusing,
Understanding you is making me not want to do.

And think things like ‘I know I should do’
But I trip fast and then I lose
I hate looking like a fool
I just want your kiss, boy.

Pumpkin Soup, Kate Nash

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Esse não se trata de um post fútil, mas de uma espécie de desabafo.

Carla: está grávida de oito meses, mas é magra;

Raquel: magra;

Michelle: magra;

Fabiana: magra;

Vivian: magra;

Andressa: gorda.

Lembro que, aos 13 anos, eu tinha cerca de 1,60m e pesava 45kg, e ainda dizia que tinha 43.

Hoje eu tenho 18 anos e minto quase 10kg quando me perguntam meu peso.

Meu IMC está em torno de 27,1, o que é mau, significa que estou acima do peso (ou, pra ser mais realista, é uma pré-obesidade).

Além de estar com uma barriga horrível, meu traseiro está enorme e meu sutiã aumentou dois números.

Trabalho na Rua Vergueiro, entre as estações de metrô Vergueiro e São Joaquim, lá eu tenho a minha disposição um McDonald’s, um Habbib’s, padarias e lanchonetes. Nas primeiras semanas, até que emagreci um quilo ou dois, mas eu voltei a engodar… E é horrível.

É horrível ter que usar calça jeans apertada nesse calor.

É horrível não achar biquini do seu tamanho – ha-ha, quem disse que eu posso usar biquini?

É horrível ser a única.

Porque é horrível saber que, assim como eu comento quando alguém engordou, outras pessoas comentam de mim…Talvez nem por maldade, mas mesmo assim.

Não entendam mal, não estou criticando as gordinhas; estou dizendo que eu, Andressa, me sinto mal assim – principalmente quando se tem primas lindas e magras que, obviamente, serão fontes de comparação para sua mãe e os outros.

Eu não faço de propósito, mas também não posso ser absolvida. Eu como, sim, no McDonald’s mais do que o normal; eu peço duas esfihas de cheddar com pepperoni do Habbib’s ao invés de uma de carne; eu tomo frappuccino na Starbucks todo fim de semana; eu como Hot Pocket; eu peço pizza na segunda-feira…

Eu sei que não sou uma pessoa saudável e estou me estragando.

Não quero ser aquele tipo de garota que “quando tá de frente, parece que tá de lado; quando tá de lado, parece que foi embora”; só quero emagrecer ao ponto de que parem de me dar conselhos alimentícios, de que parem de cochichar “tadinha, ela era tão linda, engordou tanto” quando eu viro as costas; não quero mais me irritar só de pensar em colocar jeans num dia quente; não quero mais que meus pés doam só por ter que suportar meu peso.

Definitivamente, não sirvo pra ser anoréxica ou bulímica; eu só não quero ser mais a prima gordinha.

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More than anything, I want to see you go…

Take a glorious bite out of the whole world.

Namorar pra quê? Sempre me pergunto isso. Principalmente quando presencio diversas brigas consecutivas de um casal ou outro; ou quando conheço o lado histérico e incrivelmente ciumento do(a) namorado(a) de alguém próximo. Acredito que nunca quero ser assim, e, muito menos, ter alguém assim do meu lado. Mas parece que é assim que as pessoas ficam quando começam a namorar.

Já namorei, por pouquíssimo tempo, e foi uma experiência traumática. Ele realmente gostava de mim; e eu, nem tanto. Nunca mais cheguei perto de ninguém que eu não tivesse certeza total do que sentia. Quando cheguei, levei uma apunhalada nas costas.

Aí o tempo passa, eu não acho ninguém de meu interesse (vendo o meu “histórico” não parece, mas eu sou bem crítica), cada vez os casais me dão mais maus exemplos, e eu realmente me sinto bem por não ter ninguém pra censurar meu vestido, pra perguntar quem é “aquele cara” que deixou recado no meu Facebook ou que me mandou uma reply no Twitter ou que saiu do meu lado numa foto qualquer, não ter ninguém pra gritar comigo no telefone duas horas da manhã, e por aí vai…

Mas então eu leio livros, ouço músicas, adiciono fotos no meu We♥It, e começo a sentir falta de alguém me ligando pra saber se eu cheguei bem em casa, alguém que assiste a comédia romântica que acabou de estrear só porque eu não gosto de Jogos Mortais, que joga poker com meus primos aos domingos, alguém pra lembrar quando ouço aquela música, enfim… alguém que te dá tudo o que um bom namoro pode te proporcionar.

Bom… Enquanto eu não dou sorte, continuo na minha vida de solteira – que é muitíssimo boa, por sinal.

Apesar de sentir falta de tudo aquilo que eu citei acima, estou feliz assim, o que vier é lucro.

Mais tocada do meu iTunes: Band Aid, by Pixie Lott *-*